segunda-feira, 16 de setembro de 2013


‘’ Tá mas o que cabe em um mês?’’

Um mês foi o tempo que levei para conseguir juntar os sentimentos em frases e formar um novo texto pra esse tão carinhoso canto de decepções ou lamentações. Dentre tantos dias, horas, minutos e segundos a única e a mais forte arma que tenho contra mim mesma não cansou de trabalhar, de pulsar; de sentir - meu coração.
A preguiça ou o medo nos impede de mudar, mas basta duas faíscas, ou dois problemas para que isso tudo seja deixado de lado e assim você muda - ou tenta-  essa mudança por sua vez vai  apontando novas direções, novos caminhos e novas prioridades, mas acredito fielmente que estas tais mudanças são como os becos sem saída que precisamos nos deparar para perceber que o caminho talvez seja pelo outro lado.
Assim saio errante pelas ruas e becos e errando na tentativa mesmo que falha de acertar, depois de perceber que sempre que acho que estou fazendo a coisa certa, descubro que estou machucando alguém, por isso aposto cada vez mais no que não me parece sensato, se a mente muda eu mudo, se o sentimento muda a mudança se torna letal, pois somente assim posso ser cem por cento sincero com aquele que mais estimo: eu.
Um mês foi o tempo que demorei pra escrever de novo na falha tentativa de encontrar o rumo ou de me tirar do apuro que é aguentar o muro caindo, estando sozinha.